AO SERVIÇO DAS ARTES PLÁSTICAS PARA DIVULGAÇÃO DA VIDA E OBRA DOS AUTORES E DE EVENTOS * GALERIA VIEIRA PORTUENSE * Largo dos Lóios, 50 4050-338 PORTO * (00351)222005156 * info@galeriavieiraportuense.com * www.galeriavieiraportuense.com

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

ANA NEVES GUERREIRO na GALERIA VIEIRA PORTUENSE




90x90
acrílico s/tela
1.400


Ribeira II
30x100cm
acrílico s/tela
1.000



Rabelo III
70x70
acrílico s/tela
1.200


Rabelo II
70x70
acrílico s/tela
1.200


Rabelo I
70x70
acrílico s/tela
1.200



Porto
30x100
acrílico s/tela
1.000


Porta dourada
50x140
acrílico s/tela
1.200



Lello
50x50cm
acrílico s/tela
1.000




Ana Neves Guerreiro


Nasceu em Faro em 1974 e trabalha em Lisboa.



Formação

2008/10 - Curso livre de retrato na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.

2007/08 - Curso de formação artística na disciplina Pintura, na AR.CO.

2007/08 - Workshops de Desenho “Técnicas de concentração”, na AR.CO.

2002/06 - Curso de formação artística “Desenho”, pela Sociedade Nacional de Belas-Artes.

1991/97 - Licenciatura em Arquitectura de Design, pela Faculdade de Arquitectura da UTL.



Exposições individuais

2009- PORTO, Livraria Lello, Porto.

2009 - LX09, Galeria São Francisco, Lisboa

2008 - Aparências, H. S.C, H.S.F.X, H.E.M., Lisboa.

2007 - Docas, pintura, Gare Marítima da Rocha Conde Óbidos, Lisboa.

2006 - Torre de Babel, pintura, Grémio Literário, Lisboa.

2005 - Ábaco, desenhos, Grémio Literário, Lisboa.

2004 - Lisboa, cidade de luz, pintura, Grémio literário, Lisboa.



Exposições colectivas

2009 - Desenhos, Faculdade Belas-Artes de Lisboa.

2009 - Arte em Leilão, Lisboa (Associação António Fragoso).

2009 - IV Bienal de pintura de pequeno formato, Alhos Vedros.

2009 - I Bienal internacional de pintura - FRP, Museu da Água, Coimbra.

2009 - Arte fantástica, Fundação Marques de Pombal, Oeiras

2009 - Utopia, Recreios da Amadora.

2008 - X Exposição de Artes Plásticas, Museu de Marinha, Lisboa.

2008 - I Bienal de Artes, municipio de Ansião.

2008 - Galeria Galveias, Lisboa.

2008 - Galeria Atlântica, vila Sol, Vilamoura.

2008 - Galeria São Francisco, Lisboa.

2007 - Salão Nobre, Sociedade Nacional de Belas-Artes, Lisboa.

2007 - Forum cultural de Penedono.

2007 - Desenhos, Sociedade Nacional de Belas-Artes, Lisboa.

2007 - I Salão Internacional de Artes Plásticas - FRP, S. João da Madeira.

2007 - 25 De Abril - Visões Contemporâneas, Forum Cultural de Alcochete.

2006 - Salão Nobre, Sociedade Nacional de Belas-Artes, Lisboa.

2006 - IV Bienal de Pintura Arte Jovem, Auditório Municipal de Penafiel.

2006 - IV Exposição de Artes Plásticas, Museu de Marinha, Lisboa.

2006 - Desenho, Sociedade Nacional de Belas-Artes; Lisbon Village Festival.

2006 - Prémio Artur Bual, Galeria Artur Bual, Amadora.



Prémios

2008- Menção honrosa, Concurso de pintura Artur Bual, Galeria Artur Bual, Amadora.

2007- Menção honrosa, Mascararte / 3ª Bienal da Mascara. Câmara Municipal de Bragança.

2007- Medalha de prata, I Salão Nacional de Artes Plásticas Waylight. Museu “Mãe D’Água”Lisboa.



Publicações

2009- Mitos da arte, antologia de pintores portugueses contemporâneos, Chiado Editora.

sábado, 28 de novembro de 2009

3.º PARADIGMA




O grupo de artistas independentes, 3º PARADIGMA, foi formado em Setembro de 2009 por iniciativa do artista alemão, Adrian Bayreuther. A sua profunda paixão pela avant-garde russa permitiu-lhe estudar cuidadosamente este período da história da arte. Ao revisitar as obras de Malevitch, Rodchenko e Popova, e criando suas próprias pinturas neste estilo, Adrian tornou-se um especialista na identificação e compreensão profunda dos movimentos artísticos do Suprematismo e Construtivismo. Ele sentiu que é chagada a hora de dar nova vida ao estilo vanguardista e mostrar ao mundo suas percepções originais para o século 21. Com este objectivo em mente, Adrian convidou 4 artistas internacionais, cujos trabalhos, na sua opinião, podem representar e desenvolver fortemente os paradigmas da arte moderna a um novo nível, para formar o grupo "3º PARADIGMA".

Adrian Bayreuther é uma pessoa de múltiplos talentos e enorme energia. Sua paixão profunda e notável conhecimento da avant-garde russa, em conjugação com as suas raízes culturais alemãs, torna a visão de Adrian do construtivismo e suprematismo única e exuberante. Suas pinturas irrompem com um imaginário visual e intelecto fantásticos. Com influências que vão desde Malevich a Exter, Adrian cria viagens visuais deslumbrantes que combinam as culturas russa e alemã.

Alberto D'Assumpção granjeou reconhecimento no seu país, Portugal, e internacionalmente pela sua habilidade e capacidade de criar um imaginário metafísico nos seus quadros ao conjugar um enorme sentido da cor, dinâmica e emoções com o carácter estático dos elementos geométricos. A sua elegante e poderosa pincelada Rubeniana projecta o Universo para um nível atómico, explorando a sua essência e natureza mística. Todas as obras de Alberto D’Assumpção carregam uma energia positiva e estão cheias de optimismo e lirismo. Similar à arte dos grandes mestres japoneses, convidam o espectador a descobrir a complexidade na simplicidade.

Constantin Severin é um artista-teorizador do Expressionismo Arquetípico. Ele também é conhecido na Roménia como poeta e escritor-teorizador da pós-literatura. Nas suas obras, habilmente executadas ao nível dum Matisse, ele cria frequentemente complexos efeitos cromáticos e de composição usando vibrantes cores puras. Ele une os elementos do realismo clássico nas pequenas imagens icónicas com os elementos do impressionismo abstracto na grande superfície que serve igualmente quer como primeiro plano quer como plano de fundo. A esta luz, as pinturas de Constantin Severin estabelecem uma ideia de uma infinita conexão entre passado e futuro na evolução da arte.

Izabella Pavlushko é uma artista-mágica e uma verdadeira mensageira d’arte. Ela é uma virtuosa da abstracção geométrica e ávida seguidora da vanguarda russa. As suas obras são, sem dúvida, dos melhores exemplos de abstraccionismo académico. Ela cria-os com um único movimento da alma, explorando o material, essência espiritual e segredos da matriz estrutural do Universo. Izabella Pavlushko é mestra em criações de significado metafórico através de incríveis composições cromáticas e formais. As suas pinturas levam o espectador à descoberta de informações complexas através da simplicidade, que é um caminho para Deus, de acordo com os antigos ditames. Izabella reside em Baku, Azerbaijão.

Olga Dmytrenko usa o seu instintivo sentido da cor e enorme imaginação, impulsionados pela sua formação científica e pela música clássica, para criar “mindscapes” e paisagens abstractas num estilo que a artista apelidou de “abstravaganza” (referindo-se “abs" a abstracto ou absoluto, e “travaganza" a "Extravaganza" sem "ex-"). A maioria das suas obras abstractas são profundamente espirituais e iluminam as emoções através veladas sugestões surrealistas ou de misticismo. As suas complexas composições, improvisações visuais e interacção dos ritmos cromáticos trazem à mente a profundamente elaborada música de Bach. Nascida e educada na Ucrânia, Olga Dmytrenko reside e trabalha em Delaware, USA.

Olga Dmytrenko




Olga Dmytrenko nasceu na Ucrânia. O seu amor pelas artes visuais e pela ciência foi cultivado desde muito cedo. Depois de se formar na Republican School of Physics and Mathematics da Kiev State University, entrou no Departamento de Física desta Universidade e concluiu o mestrado em 1986. Em 1990, conclui o doutoramento em Físico-Química. Olga ganhou vários prémios de honra, como a Bolsa de Investigação do Presidente da Ucrânia e a Bolsa do Ministério da Ciência e Investigação da República da Áustria Federal. Vive e trabalha actualmente em Delaware, USA. Apesar de seu profundo interesse pela ciência, Olga cria composições orgânicas de estilo abstracto, a que ela chama "Abstravaganza”. Foi vencedora do 8º Grande Prémio Anual Inter-Art Museum de 2006 e o “Ambassadors' Art Prize - Prix des Ambassadors 2005” (prêmio especial). A maioria das suas pinturas é elaborada com cores suaves e dourados. Algumas delas retratam sugestões de nuvens, água, paisagens e pessoas, mas frequentemente as obras de Olga Dmytrenko apontam para temas de fantasia, e quase todos os seus quadros contêm uma espécie de qualidade mítica.
Olga Dmytrenko é membro do grupo internacional de artistas “3º PARADIGMA” e do “Newark Art Alliance”, Newark, DE. Está representada em diversas colecções da Califórnia, Massachusetts, Florida, Delaware, Maryland, Pennsylvania, Nevada, Colorado, New Jersey, New York, Washington, Washington DC, South Carolina. Internacionalmente encontra-se representada em colecções públicas e privadas da Ucrânia, Áustria, Rússia, Moldávia, Espanha, Noruega, Alemanha, Roménia, Itália, Japão e França.

ADRIAN BAYREUTHER

"Todas as coisas estão interligadas por um fio sagrado".


Mark Aurel



Adrian Bayreuther é um artista abstrato que vive e trabalha em Eschborn, Alemanha.
Ele dedicou toda a sua vida à arte: como desenhador profissional, músico e pintor.
Seminários em tipografia, caligrafia e gráficos de computador ajudaram-no a manter o seu nível artístico elevado e actualizado. Muitas das suas aguarelas, obras abstractas em laca e grandes batiks estão representados em coleções particulares do mundo inteiro.
Durante cerca de dez anos, desenvolveu um profundo afecto pelas obras da vanguarda russa, os verdadeiros fundadores da arte moderna. A repressão, negligência e desprezo a que foram sujeitas estas correntes estéticas durante as duas guerras mundiais, a dominação dos stalinistas e nacional-socialistas e a guerra fria relegaram-nas para um plano de quase esquecimento. Adrian Bayreuther agregou a lição do construtivismo, suprematismo e futurismo, numa visão única, desenvolvendo um estilo próprio, que marca diferença em relação a qualquer outra forma de arte abstrata.

Bayreuther é cinestesista, possui a capacidade de ver a música como objectos coloridos e transpõe-nos para a tela. Consequentemente, esta sua capacidade é responsável pelas suas obras de arte, que contêm dois ou três elementos dimensionais em simultâneo.

Merce Rancano


MARINA COCÓS




























Marina Cocós é uma pintora galega participante na exposição "AO REDOR DO TOURO", organizada por GALERIA VIEIRA PORTUENSE no ESPAÇO LÓIOS, sito no Largo dos Lóios, 50, da cidade do Porto (Portugal), que aí pode ser visitada de Terça-Feira a Sábado, das 9,30 às 19 horas, até 12 de Dezembro

DE SOL A SONHO


terça-feira, 24 de novembro de 2009

FAIM















FRANCISCO VILA



Pontedeume
Sara Garrote

Hace unos meses descubrí este precioso cuadro de Sara Garrote, una amiga de mis mejores años de juventud y que ha vuelto a mi, o yo a ella, surgida del recuerdo para no volver a ser jamás un recuerdo y convertirse definitivamente en el ahora y el siempre. Pues bien, descubrí su óleo e inmediatamente supe que sería la obra ideal para acompañar uno de mis premios de poesía como fue el XXIV Premio Nacional de Poesía "Hernán Esquío" de la SAF, Ferrol 2005. Creo que, pese a estar dedicado a las "ruinas" de mi Ferrol Vello, esta "vella" calle de Pontedeume (que no está en ruinas) me puede ayudar. Espero que os guste, no os podeis imaginar la alegría y satisfacción que sentí al recibir el premio, que me sirvió, como los posteriores, para seguir escribiendo sabiendo que lo que hago sirve para algo, para que los que me leéis, disfrutéis con mis versos. Y gracias a Sara por prestarme su obra.

El final de los sueños


Creí sentir la vida
contemplando el cielo iluminado.
Al sentir creí ver.
Hoy sentir ya no siento
y la ceguera del tiempo
parte al viento en mil colores invisibles.
…………………………………………………
Guardé en mis manos
copos de nieve
que entre mis dedos huyeron.
…………………………………………………
El empedrado camino
desierto
ni un sonido, ni un lamento
silencio
los gatos vagabundos
ahogaron sus maullidos
en oscuros y lejanos tejados
hace ya demasiado tiempo.
Hoy las piedras de la calle
viejos adoquines
gastados y mugrientos
reflejan fachadas ruinosas
en charcos aislados malolientes.
Carros desvencijados
viejas carretas de ruedas viejas
hirieron la senda
por donde se arrastran mis pasos
por la desierta calle desierta.
Sucios cristales
en las ventanas huecas
miran sin ojos
cuencas de miradas muertas.
Puertas cerradas
que permanecen mudas
herrumbrosos goznes
carcomidas maderas
donde quedaron grabadas
mil historias
inciertas.
Mis pasos desgarran sonidos secos
camino por el dolor
de los senderos del miedo.
Mi aliento tropieza
contra las paredes de argamasa seca
jadeos de infamias
quejidos de ausencias.
Quiero llegar al final
alejarme de estas ruinas
donde las ratas imperan.
Quiero salir al campo
y ser libre
respirar el aire fresco
de las montañas y el cielo
aspirar el salitre
de mi mar y sus olas
con las gaviotas y el viento.
Quiero contemplar el ocaso
con el horizonte ardiendo
quiero volar por la noche
hacia las estrellas.
Quiero llegar al fin
y al fin vivir
lo que no vivo.
Quiero elevarme en el aire

y no despertar jamás
hasta el final del final
del final de los sueños.
Francisco Vila
XXIV Premio Nacional de Poesía “Hernán Esquío” 2005

A MÚSICA NA PINTURA NO FERROL








MARIA DEL CARMEN CALVIÑO IGLÉSIAS


SARA GARROTE (CHUCA)









UM PUNHADO DE SOMBRAS NA GALERIA VIEIRA PORTUENSE



16 DE JANEIRO DE 2010
18 HORAS
GALERIA VIEIRA PORTUENSE
ANTÓNIO M. OLIVEIRA APRESENTARÁ A ÚLTIMA OBRA DE PAULO THEMUDO
UM PUNHADO DE SOMBRAS
ÂNGELO VAZ DIRÁ POEMAS DO AUTOR

terça-feira, 17 de novembro de 2009







MAC - Movimento Arte Contemporânea



Rua do Sol ao Rato nº 9C 1250-260 Lisboa Av. Álvares Cabral nº 58/60 1250 Lisboa


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